Quem sou eu?

Quem Sou Eu?...
Marilena Trujillo

Não tento agradar,
Não temo tentar,
Errar, me arrepender...
A vida é uma bolha,
Enche o saco, estoura...
Sou aquela que destoa...
Que faz versos à toa...
Que gosta da noite,
E da fina garoa...
Não tenho preso o rabo,
Escrevo por prazer, ainda
Que com um travo amargo.
Não temo desagradar...
Tanto faz, me criticar ou elogiar,
Minha paciência,
Sempre anda por um fio...
Entrega é loucura,
Cai num imenso vazio...
Sou metade amor, doçura,
Metade revolta, amargura...
Sou sentimentos confusos,
Canto, silêncio, clausura...
Sorrisos e lágrimas...
Tempestade e calma...
Sou eu morando,
Com minha rebelde alma.
Quem sou eu? - Mulher, um
Anjo ou um vendaval?
Eu sou algo inaceitável,
Eu sou eu e ponto final...
Mary Trujillo
06.05.2005


Minha filhinha Sapeka.
Mãe do Pepeto e da Fifi.
São meus três peludinhos amados.
Mary Trujillo


Meus dois nenéns queridos
Pepeto & Fifi.
Filhos da minha gatinha siamesa...
que é linda e de olhos bem azuis.
Amo meus três filhinhos.
Adoro os animais!
Mary Trujillo




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O eterno "Rei"



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Chris de Burgh "Lady in Red"



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CORAÇÃO INDOMÁVEL
Alberto Peyrano
Argentina


 
 Em teu coração se fundem
 O canto do centauro,
 Que trota na floresta com seus cascos garbosos,
 Olhando travesso o vazio da ninfa,
 E a queixosa carícia de um rio inesgotável,
 Barulhento e selvagem,
 Inquieto e transbordante.
 Oh, teu coração indomável...
 Domá-lo eu queria com meus beijos,
 Submetê-lo a carícias e sussuros,
 Aquietá-lo à minha maneira,
 Desfazer suas penas,
 E cantar-lhe bem baixinho
 Uma cena de “Hamlet”.
 Se alguma vez o olhas
 E o percebes,
 Verás incorporado
 O Fogo que o nutre,
 Me verás a todo custo,
 Pequenino e desconfiado,
 Vigiando os solavancos
 De teu sonho intranquilo,
 Azedando teus dias
 De incontáveis martírios,
 Esboçando em seu ritmo
 Mil canções de amor.
 Teu coração!...
 Potro selvagem, rei benemérito,
 Insone poeta que imagina mil versos,
 Criança sozinha e muito terna
 Que se nega aos beijos,
 Ancião sábio que às vezes dá conselhos,
 Mas... fogo!
 Fogo!,
 FOGO!
 Como um sol primordial,
 Inesgotável e quieto.

 "in memorian"
 Saudade eterna,meu maninho amado!!!

 

 

 



- Postado por: Mary Trujillo às 04h21
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Naidinha, minha querida amiga,
Obrigada pelo karinho maravilhoso!
Beijos meus,
Mary Trujillo


Acróstico
Mary Trujillo


M ary amiga, és a flor que encanta o
A manhecer e resiste as tempestades.
R egente e exigente, faz da poesia,
Y (I) nigualável aroma, o sabor... amor!


T ens no coração a compaixão que,
R eflete nos teus olhos como luzes coloridas,
U nicas, tonalidade especiais, celestiais...
J ustifica ser a sua lua cigana, tua inspiração.
I nebriada, teus versos saltam, bailam na
L eveza dos ventos que os cantam
L evando aos nossos corações, turbilhões de
O ndas, calor humano, paixões e muita emoção.

Com muito carinho/maio/2012
Obrigada por ser minha amiga
Naida Terra


 



- Postado por: Mary Trujillo às 22h22
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Meu Gato
Marilena Trujillo

Meu gato... formoso... danado...
De olhos brilhantes, amendoados,
Ronrona carícias e doces pecados.

Brinca com os fios dos meus cabelos,
Faz de mim... sua gatinha manhosa...
Seu preferido e macio novelo...

Escorrega... em meu corpo roça.
Com seus pelos sedosos...
Arrepia... provoca e alvoroça...

Meu gato... é gracioso, dengoso...
Seu miado tem um apelo inefável,
Sutil... ladino... amoroso...

Este meu gato é pura energia,
Extrapola em paixão e fantasia...
Esbanja amor... e poesia!...

Ah... o meu gato... traquino, mimado...
Só é feliz no meu colo, do meu lado,
E só fica em paz... se muito amado!...

Mary Trujillo
23.10.2011

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Poema escrito para
a ciranda do "Clube de Poetas"




- Postado por: Mary Trujillo às 20h59
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A música da minha vida
Marilena Trujillo

Seria algo mágico? Conto de fadas?
Era apenas um nome... e mais nada!
Por que então... as mãos geladas?
E a minha razão perdida, embotada?

Aquela música era o início de tudo,
Tudo... nasceu dela... com ela!...
O amor gritava, reverberava fundo,
E a vida se tornou tão doce e bela!

A música soava... adentrava meu ser,
Embalava minha noite, arreliava meu dia.
Amei-te...  sem querer... sem perceber.
Vestindo de alegria a magnífica fantasia!

Foi meu corpo bailando na melodia...
Aquela... era a música da minha vida.
Num misto de inquietação e agonia...
Pelo soberbo amor... fui envolvida!...

Mary Trujillo
18.06.2010

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- Postado por: Mary Trujillo às 20h56
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Através do tempo...
Marilena Trujillo

Num sono profundo cai... Submergi...
Um sono de séculos talvez, quem sabe...
Nasci... Cresci... Me encontrei e me perdi,
Demorei demais... Cheguei muito tarde...

Enquanto a vida seguia seu natural curso,
Minha inocência, da boneca via o encanto,
Mas teus passos já percorriam o mundo...
Enfrentando a lida, engolindo desencantos...

Minha vida... Era pula... Sobe e desce...
A tua... Era seriedade... Luta já travada...
De manhã eu vestia da escola, o uniforme
E tu... Tu... Já vestia terno... e gravata....

Depois... Depois cresci, deixei-me confundir,
Perdi-me em tantas veredas e desencontros...
Tua vida... Já era árvore de profundas raízes...
Pé fincado na terra, coração entre escombros.

Os tapas da vida... Feriram-me o rosto...
O coração se negava a outra vez amar...
Um cupido levado da breca.... Com o tal
Amigo destino... Fez-me te encontrar...

Minha alma liberta... Foi a tua acariciar...
A magia do teu verbo... Chegava para ficar,
O sol quente... Deitou-se sobre a lua nua...
As estrelas no céu, começaram a cintilar...

Já não havia tempo... E nem espaço...
Só dois corações no mesmo compasso,
Dois seres sem freio... Sem amarras...
Colados no louco beijo... E no abraço!...

Mary Trujillo
10.10.2006

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- Postado por: Mary Trujillo às 20h49
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Fogo!!!
© Marilena Trujillo

Fogo! - Brasa ardente, incandescente,
É o que trago na alma... No peito...
É o querer ter, sentir, provar, tocar...
Meus lábios abertos pedem seu beijo...

Fogo! - Brasa ardente, incandescente,
Meu corpo esta doente, febril... Quente!...
Minha paixão ultrapassa as raias da loucura,
Quer você inteiro... E fustiga minha mente...

Fogo! - Brasa ardente, incandescente,
Desejo que não contenho, não controlo,
Arde, queima todo meu ser, meu leito...
E nessa fome de amor... Me descontrolo...

Fogo! - Brasa ardente, incandescente,
É a minha boca gritando seu nome...
Peito arfando... Coração disparado...
Pedindo minha vida... Esse homem!...

Fogo! - Brasa ardente, incandescente,
Que não se apaga, não arrefece...
Quer a lua nua em nossos corpos...
O momento maior como uma prece...

Fogo, que bem sei... Jamais se apagará!
Queimará para o resto de nossas vidas,
Nos fará esquecer leis, dores, martírios...
Até que nossas almas estejam unidas!...

© Mary Trujillo
30.01.2006


Fuego !!!
© Marilena Trujillo


Fuego ... ! Brasa ardiente .... candente
Es lo que traigo en el alma ... En el pecho
Es el querer que haya sentir ... probar .... tocar
Mis labios abiertos piden Tu beso

Fuego .... !  Brasa ardiente ... candente
Mi cuerpo esta febril .... Caliente ... !
Mi pasión ultrapasa las rayas de la locura
Te quiere a Ti  entero ... Y fustiga mi mente

Fuego .... !  Brasa ardiente ... candente
Deseo que no contengo ... no controlo
Arde ... quema todo mi ser ... mi lecho
Y en ese Deseo de amor ... Me descontrolo

Fuego ... !  Brasa ardiente ... candente
Es mi boca gritando su nombre
Pecho arfando ... Corazón disparado
Pidiendo mi vida ... Ese hombre ..... !

Fuego ... !  Brasa ardiente ..... candente
Que no se borra ... no arrefece
Quiere la luna desnuda en nuestros cuerpos
El momento mayor como una plegaria

Fuego ..... que bien sé ... Jamás se borrará !!!
Quemará para el resto de nuestras vidas
Nos hará olvidar leyes ... dolores ... martirios
Hasta que nuestras almas estén unidas ... !

© Mary Trujillo
30.01.2006

Versión en español Nena.

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- Postado por: Mary Trujillo às 00h09
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Loucura
© Marilena Trujillo

Na ânsia de sentir-lhe perto,
Recorro ao papel angustiada...
Essa saudade
Avassaladora...
Devoradora...
Não me deixa pensar em nada...
Sinto seu perfume, seu calor...
O gosto dos seus lábios...
Meus lábios perseguem...
Sonho... E em meu sonho,
Tenho-lhe junto ao peito...
Posso sentir seu coração
Pulsar acelerado...
Agora já sonho... Deliro...
E na minha loucura...
Tenho-lhe  inteiro!...

© Mary Trujillo
02.01.2003

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- Postado por: Mary Trujillo às 00h06
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Ah!... Quem dera!...
© Marilena Trujillo

Ter-te ao alcance das mãos
Para sempre e por toda hora
Para beijar-te sem pressa
E sem mais demora....
Navegar nesse mar insinuante
De ondas esfuziantes,
Refugiar-me nesse peito quente ,
Liso, macio... flamejante ...
Ah!... quem dera!...
Atirar-me de vez nos braços
De quem tanto espera....
Guardando por dentro uma ansiedade
Um grito de liberdade...
Ah!... quem dera!...
Caminhar pela estrada, mão na mão,
Olho no olho, meu cabelo dourado
Batendo, passeando em teu rosto...
E a felicidade do a sós, tempo parado...
Ah!... quem dera!...
Minuto de desmaio, doce agonia,
Sol no corpo,  brisa batendo, abraços,
Carícias... sorrisos... desejos,
Tudo misturado ao sabor de beijos...
Ah!... quem derá!...
Vinho em nossas taças,
Apertados colados, perdidos...
Rodamos de vez... completamente,
Tudo agora é possível... é permitido...
Estou aqui... tenho-te perto...
Juízo?... Ah!... já era!...

© Mary Trujillo
14.07.2003

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- Postado por: Mary Trujillo às 00h04
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Alguém me conhece?
© Marilena Trujillo


Alguém me conhece?
Não... ninguém conhece!
Nem eu mesma... me conheço.
Sou aquela que vive
De sonhos, fantasias e tropeços.
A que sempre pagou pela
felicidade... um alto preço...
Lutando feito uma leoa...
Por sentimentos puros...
Pelo leal apreço!
Alguém conhece meus invernos?
Minhas chuvas?...
Minhas noites sem lua?
Minhas andanças
Em solitárias ruas?
Ninguém me conhece!
Nem eu... me reconheço!
Perdi de mim mesma
O itinerário, o endereço!
Fui permitindo
Que me virassem do avesso...
Alguém assistiu minhas
Insones madrugadas?
Alguém conhece minhas doridas
Lágrimas derramadas?
Não, ninguém sabe de nada!
Nem eu... sei mais coisa nenhuma!
Sou como do mar... a frágil espuma...
Apenas me dei conta...
Que é hora de pegar a estrada...
Foi cansativa a peça encenada,
Agora é o epílogo, história encerrada!
Por favor!
Não digam que a vida é bela!
Nem me falem em felicidade!
Deixem-me tentar aceitar que ela
Não existe... que minha missão
Já está mais do que cumprida!
Só assim...
Poderei curar minhas feridas!...

© Mary Trujillo
22.08.2010

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- Postado por: Mary Trujillo às 00h01
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Cadê você?...
Marilena Trujillo

Cadê você... meu anjo...  meu amor?
Que nas brumas desta noite fria...
Lamenta como eu... a mesma dor...
Num lancinante queixume de agonia...

Cadê você... meu homem menino?
Meu pedaço de insanidade e pecado...
Meu ilusionista... meu mago ladino...
Que faz meu corpo mal acostumado.

Cadê você... minha criança traquina?
Minha poção mágica de ternura...
Boca que a minha boca fascina...
Provocando arrepios e fissura...

Cadê você?... meu... sempre meu amor...
Singular e dulcíssimo amante e senhor.
Pele minha... meu fogo vivo... abrasador...
Falta-me seu peito macio e acolhedor!

Cadê você?... Para cantar... sorrir... gemer...
Povoar minha noite de estrelas e fadas.
Pegar-me no colo e fazer-me adormecer...
Só assim, posso divagar nas madrugadas!

Cadê você?... Cadê você, meu amor?...
Venha fazer-me inteira...  vibrar... delirar.
Matar dessa saudade o íntimo clamor...
Venha correndo, depressa, por favor!

Venha, minha vida, com toda a loucura...
Em troca lhe darei um mar de ternura!
Beijos e abraços feitos de paixão pura...
Nossa vida será uma completa travessura!

Será o fim da sua... da minha tortura!
Nossa existência... uma eterna ventura!
Nunca mais lamentos... nem amargura,
Só a imensa paixão que nos enclausura!

Então venha... venha urgente, meu amor...
Colher dos sentimentos a mais bela flor.
Imaginada, ansiada por você com tanto ardor.
Venha em meus braços... morrer de amor!...
Mary Trujillo
21.08.2010

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- Postado por: Mary Trujillo às 21h36
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Amor da minha vida...
Marilena Trujillo

Amor... Ele é o amor da minha vida...
Sim... Ele é o meu amor... Senhor!
Mas só temos em nós... O amor...
Léguas de distância... E muita dor...

Grita nossa essência... Nossa existência.
Todo o flagelo do mundo... Nos atinge...
Um tempo sem esperança nos espreita...
O horizonte de vermelho sangue... Se tinge.

Por que essa sina... Assassina?...
Por que o querer... E não poder?...
Se são seus lábios... Meu alimento?
Sua presença... Minha vontade de viver?

Ele é o meu amor... Minha metade viva...
É minha fonte... Minha água bendita...
A sede louca... A fome que não sacio...
O meu luar, minha poesia mais  bonita...

Calo na boca... Seu nome tão amado...
O desespero... De tê-lo no peito trancafiado.
Sonhando com um encontro... Que não chega,
E ele... Ele sonha acordado... Desesperado!

É a mim que ele ama... Sou eu... O seu amor!
Sou a musa das suas poesias... Sua rima...
Sou aquela... Que o faz sorrir de verdade...
Ele é minha melhor poesia... Minha obra-prima!

Quem nunca amou tanto... Como nós dois?
Quem nunca amou sem querer e por querer?
Só quem amou... Com tanta intensidade...
Poderá esse vulcão de desejos... Entender...

Ele sou eu... Eu sou ele... Suas células...
Seu anoitecer... Seu despertar... Seu dia...
Ele é meu riso... Meu sonho desesperado...
Minhas longas madrugadas... De agonia...

Ele é o meu pecado... Meu terno menino...
Meu fruto maduro... Doce... E proibido..
Somos os dois.. Um só coração e alma...
Viver separados... É o nosso maior castigo!
Mary Trujillo
30.01.2007

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- Postado por: Mary Trujillo às 21h32
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Meu segredo delicioso, meu amor...
Marilena Trujillo

Meu segredo delicioso, meu amor,
Homem cheio de encanto e carinho,
Que me enlouquece, vira e revira...
Desgovernando o meu caminho...

Que beija minha boca e meu corpo
Alisa... - Minha cabeça afaga e aninha...
Sou tua, toda tua, tua sem pejo... Nua...
Sou tua gata, princesa ou quiçá, vadia?...

Que importa, o que importa... - O quê?...
Teu doce beijo me incendeia, não nego...
Teu corpo quente me atrai e em chamas...
Prazerosamente me rendo, me entrego...

A madrugada chega lenta e cúmplice,
De ardentes carinhos, ais e desatinos...
Teus braços me enlaçam, me apertam...
A paixão explode num imenso torvelinho...

Então bebemos todo o mel e veneno,
Devagar... Gulosamente... Gota a gota...
Deste destrambelhado querer e sentir...
Agarrados, fundidos pelo céu da boca!...
Mary Trujillo
08.2005

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- Postado por: Mary Trujillo às 21h23
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J.G. Araújo Jorge
O Beijo Eterno


Eram beijos de fogo, eram de lavas,
e sabiam a sonhos e Ambrósia.
Com pensar que a boca com que os dava
era a mesma afinal com que mentias?

Se eras as mais humilde das escravas
em dádivas, anseios, alegrias,
- como prever que o amor que me juravas
seria mais uma das tuas heresias ?

Como supor ser tudo um falso jogo?
E crer que se extinguisse aquele fogo
que acendia em teus olhos duas piras?

E descobrir, - no instante em que me amavas, -
que em tua boca ansiosa misturavas
ao mesmo tempo beijos e mentiras?

Parte II

Eram brancas as mãos, brancas e puras,
mãos de lã, de pelúcia, mãos amadas...
Como prever, vendo-as fazer ternuras,
que nas unhas traziam emboscadas?

Era tão doce o olhar... em conjeturas
felizes, e em promessas impensadas...
Como enxergar, portanto, as amarguras
e as frias traições nele guardadas?

Como pensar em duas, se somente
uma eu tinha em meus braços, e adorava,
e a outra, - uma impostora, - se mantinha ausente.

E, afinal, como ver, nessa alegria,
que o amor que tanta Vida me ofertava
seria o mesmo que me mataria?

J.G. Araújo Jorge

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- Postado por: Mary Trujillo às 21h15
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Minhas Pupilas
Marilena Trujillo


Minhas pupilas estão apaixonadas
Por par de olhos lindos e tristonhos.
Seguem-no eletrizadas, encantadas.
São esses olhos, acintosos sonhos!

Minhas pupilas querem esse olhar
Dentro delas, revelando segredos...
Querem esse meigo olhar namorar
Sem pressa, sem aflições ou medos...

Minhas pupilas amam essas retinas
Impacientes... carentes... reticentes...
Qual duas belas e brilhantes turmalinas
Que fustigam aspirações ardentes...

Minhas pupilas buscam esse olhar
Sedutor, suplicante... cheio de ardor,
Para fazer dele sua vida... seu altar...
E... dentro dele... morrer de amor!...
31.05.2010
Mary Trujillo

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- Postado por: Mary Trujillo às 02h45
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Alma da Poesia
Marilena Trujillo

A alma da poesia está no Universo,
Viaja entre as colinas, sobrevoa o mar.
No olhar de uma criança escreve versos,
E feliz se põe a sorrir... cantar e bailar!

A alma da poesia está na pequena flor
Que germina e nasce para perfumar...
Nas mãos calejadas do semeador,
Que, cedinho, incansável, a terra vai arar!

A alma da poesia está no sol que desponta,
Nas mãos delicadas de uma mulher em oração.
Na misteriosa e sedutora lua que aponta...
No prazer do homem, que para casa traz o pão!

A alma da poesia está em nós, em mim...
Em toda a beleza que se pode enxergar,
Na fragrância das rosas, no cheiro de capim,
No fascínio da vida, na magnitude de amar!
Mary Trujillo
29.04.2010

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- Postado por: Mary Trujillo às 02h42
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